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Notcia - Dados de celulares podem ajudar no combate à epidemia de ebola 13/11/2014
Dados de celulares podem ajudar no combate à epidemia de ebola

Saber como população se desloca ajuda nas estratégias de combate. Negociação em curso visa que operadoras africanas liberem dados.



Telefones celulares podem fornecer dados valiosos para autoridades e organizações humanitárias na epidemia de ebola, que afeta hoje a África Ocidental. As redes de telefonia registram informações sobre como as pessoas estão se deslocando pelo território, o que pode servir para criar políticas mais eficazes para conter a expansão da doença.

Pesquisadores estão trabalhando atualmente em formas eficazes de usar esses dados. E é possível que a estratégia seja usada ainda nesta epidemia, que infectou mais de 10 mil pessoas e matou quase 5 mil desde março. Mas isso ainda depende de as operadoras locais de celular concordarem em liberar as informações para os pesquisadores.

De acordo com o médico Linus Bengtsson, ligado ao Departamento de Ciências da Saúde Pública do Instituto Karolinska, na Suécia, essa negociação está se desenvolvendo na sede da GSMA, associação que representa operadoras de telefonia móvel em todo o mundo. Junto com pesquisadores de outras instituições, Bengtsson criou uma organização, a Flowminder, especializada nesse tipo de análise.

Raio-x

Quando alguém faz uma ligação ou manda uma mensagem com o celular, o aparelho envia sinais à torre de celular mais próxima. Dessa forma, é possível determinar a localização aproximada do usuário. As operadoras de celular têm acesso a essas informações. Caso elas concordem em fornecê-las para pesquisadores ou autoridades de saúde, é possível criar um “raio-x” da movimentação populacional na região. Essas informações são chamadas de registros de dados de ligações (ou CDR, na sigla em inglês).

Doenças como o ebola se espalham pelas diferentes regiões e países seguindo os fluxos populacionais. Na semana passada, por exemplo, o primeiro caso de ebola registrado no Mali foi o de uma menina de 2 anos vinda da Guiné.

Com essas informações em mãos, as autoridades podem adotar medidas mais direcionadas, como o reforço da vigilância nas fronteiras das regiões que estão recebendo mais pessoas vindas de áreas afetadas pela epidemia, por exemplo.

Fonte: G1 Bem Estar


 
                 
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